A taxa de juro implícita no crédito habitação continua a bater mínimos históricos, segundo o Instituto Nacional de Estatística. Os juros não param de cair desde setembro de 2020 e fixaram-se em abril nos 0,826%, menos 1,5 pontos base que em março. Olhando apenas aos contratos celebrados nos últimos três meses, a taxa de juro foi de 0,655%.
Na concessão de crédito com vista à aquisição de habitação, a mais relevante no conjunto do crédito à habitação, a taxa de juro implícita para o total dos contratos baixou 1,4 pontos base para 0,844%.
CAPITAL MÉDIO EM DÍVIDA SOBE
Em sentido contrário e considerando a totalidade dos contratos, o capital médio em dívida subiu 244 euros face ao mês anterior; assim, fixa-se agora nos 55.915 euros. No que diz respeito aos contratos celebrados nos últimos três meses, o valor médio do capital em dívida é 114.752 euros, segundo o INE; ou seja, mais 926 euros do que em março.
VALOR MÉDIO DA PRESTAÇÃO SOBE
Tendo em conta a totalidade dos contratos, o Instituto Nacional de Estatística avança que, mesmo com os juros que não param de cair, o valor médio da prestação subiu em abril três euros, ou seja, para 231 euros, dos quais 38 euros são referentes ao pagamento de juros e 193 euros a capital amortizado.
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