As etiquetas energéticas estão a mudar e chegaram esta semana a cinco grupos de eletrodomésticos. Para já, vai encontrá-las em frigoríficos e arcas congeladoras, máquinas de lavar louça, máquinas de lavar roupa (inclui as combinadas de lavar e secar) e monitores (engloba televisores e ecrãs. Mas a mudança está em marcha e as novas etiquetas energéticas serão para uniformizar nas restantes categorias.
Aliás, sabe-se já que, no caso das lâmpadas led, a substituição com a nova etiqueta energética entra em vigor a 1 de setembro mas os novos produtos se seguirão.

Consoante avançaram a Adene e a DECO, os “+”vão desaparecer e dar lugar a categorias mais simples, que regressam à forma original. Ou seja, a escala de classes será simplesmente de A (a mais eficiente) a G (a menos eficiente).
A somar a esta alteração, passará ainda a existir um código QR; isto é, um código bidimensional legível pela maioria dos telemóveis e equipamentos com câmara, que conduzem rapidamente o utilizador a informação adicional. Neste caso em particular, a etiqueta dos eletrodomésticos terá o referido código a direcionar o consumidor para a Base de Dados de Produtos Europeia. Aqui podem encontrar esclarecimentos adicionais sobre o desempenho e características específicas dos produtos. Mas se se deparar com as etiquetas antigas, não se admire: ainda há um período de 14 dias para substituição por novas etiquetas energéticas.
Há muito que as organizações de consumidores, nomeadamente a DECO PROTESTE, exigiam novas etiquetas energéticas à União Europeia. Agora, a nova legislação acaba com as classes A+, A++ e A+++.
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