O regime das moratórias bancárias foi alterado. A medida foi, portanto, aprovada em Conselho de Ministros com o objetivo de proteger as famílias e as empresas do impacto económico da pandemia. O prazo de moratórias alargado termina agora a 31 de março para novas adesões.
Assim, no comunicado pode ler-se que “com vista à preservação dos rendimentos das famílias e a manutenção do financiamento das empresas, (…) as famílias e empresas que adiram à moratória beneficiam dos seus efeitos por um período de até nove meses, aplicando-se as demais regras previstas no regime atual”. Por outro lado, as empresas dos setores mais afetados continuam a beneficiar de uma extensão da maturidade dos seus créditos, por período de 12 meses.
Apesar de vigorar até 30 de setembro de 2021, o prazo de adesão terminou a 30 de setembro, há quase três meses; o que justifica esta alteração e um prazo de moratórias alargado por via desta alteração.
Os últimos dados do Banco de Portugal apontam para uma adesão a este regime de mais de 20% dos créditos, num total de 46 mil milhões de euros.
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