As taxas de juro para efeitos de crédito habitação continuam em queda e registam um novo recorde em julho. Há onze meses que o juro implícito recua, fixando-se agora nos 0,8%, quando no mês anterior era de 0,811%. Os dados são do INE e confirmam: as taxas de juro não param de cair e continuam a bater mínimos históricos.
Para efeitos de financiamento com vista a aquisição de habitação (o mais relevante), a taxa de juro implícita para o total dos contratos recuou 1,2 pontos base para os 0,816. Em termos de prestação média, aumentou para os 235 euros, mais um euro que no mês anterior. No entanto, se analisarmos apenas os contratos celebrados nos últimos três meses, o valor médio baixou sete euros, para os 285 euros.
Por fim, aponta ainda o INE, o capital médio em dívida subiu para os 56.790 euros.
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Frase-chave: Taxas de juro não param de cair