Se lhe dissermos que pode viajar, caso queira, e para bem longe? Não acredita? Pois saiba que é verdade! Só há um pormenor: vamos fazê-lo, sim, mas sem sair de casa.
As circunstâncias levam-nos a minimizar ao máximo as saídas de casa, deixando apenas essa possibilidade para situações excecionais – por exemplo, ir às compras, ir trabalhar, prestar auxílio a quem não se pode deslocar, entre outros. Mas, felizmente, a tecnologia permite-nos ir muito além das paredes a que todos devemos estar, tanto quanto possível, confinados.
Aqui ficam algumas sugestões para deixar a sua mente voar até locais bem distantes. Sente-se confortável e prepare-se então para iniciar esta viagem; as Live Cams ou câmaras ao vivo fazem o resto.
Zoo de San Diego, EUA
O Zoológico de San Diego conta com mais de 3.500 animais de mais de 650 espécies e subespécies. É, assim, um dos jardins zoológicos mais antigos do país e um dos mais visitados em todo o mundo. Foi pioneiro no conceito de exposições ao ar livre, sem gaiolas, recriando os habitats naturais de animais e é um dos poucos zoos do mundo que abriga e criou com sucesso o panda gigante. Espreitamos? Clique aqui.
Palácio de Versalhes, França
Declarado Património da Humanidade pela UNESCO há mais de trinta anos, o Palácio de Versalhes dispensa apresentações. É “só” um dos palácios mais conhecidos no mundo. Ocupa um total de 67 mil m2, incluindo os jardins, e nele encontram-se cerca de 60 mil peças relativas à história francesa. Os seus cerca de 700 quartos, as duas mil janelas, 67 escadas e mais de mil lareiras fazem deste monumento um ex-libris e uma parte importante da história francesa. Curioso? Clique aqui.
Grande Muralha da China, China
Ligando o Mar Amarelo ao Deserto do Gobi e à Mongólia, a Grande Muralha da China é o símbolo de um império e orgulho de um país. É constituída por diversos troços de muralhas, que foram sendo erguidas ao longo de sensivelmente dois milénios e de diversas dinastias durante a China Imperial. Em 1984, Dong Yao-hui, Wu De-yu e Zhang Yuan-hua decidiram pôr-se a caminho e acabaram por ser os primeiros “exploradores” a percorrer parte da muralha a pé. Em 17 meses, percorreram e 8.850 quilómetros! Venha daí, apesar de tudo, vai valer a pena. Clique aqui.