Os preços das casas continuam a subir e, desta vez, quem o afirma é a revista Visão. Por dia, avança o título no “Especial Imobiliário” publicado há dias, estão a ser transacionadas mais de 400 casas. E esta dinâmica contribui para a realidade a que assistimos em termos de preços. Ou seja, se muito esperavam por uma queda abrupta, que desde logo anunciámos aqui que não ia acontecer, o que é facto é que o mercado tem evoluído no sentido contrário. O imobiliário está bem e recomenda-se!
Os dados são da Confidencial Imobiliário e dão uma perspetiva macro do panorama imobiliário nacional. Se olharmos para a contribuição da RE/MAX + Grupo Vantagem, de entre milhares de licenças AMI, a marca é assim responsável por 5% destas transações, com a média dos últimos dois meses a atingir os 23 imóveis de habitação por dia. Parece pouco? Acredite, não é e torna-se fácil entender quando percebemos que isso representa mais de 700 transações num único mês. Portanto, apesar do contexto, a capacidade de superação da mediadora e a resiliência do setor imobiliário falam por si.
A informação veiculada pela Confidencial Imobiliário revela que os preços da habitação subiram no primeiro trimestre de 2021; no distrito de Lisboa, por exemplo, o aumento é de 4%, no do Porto,6,5% e no e Faro, 2,5% (em todos em termos homólogos).
A contradição é só aparente. A maioria dos projetos manteve-se, tal como o investimento de grandes promotores imobiliários. A isto soma-se a procura dos particulares, que se mantém dinâmica; por outro lado, a oferta mantém-se baixa se comparada com a procura e as históricas taxas de juro estão cada vez mais reduzidas e apetecíveis. Mas também não podemos esquecer que o imobiliário nacional continua a estar nos radares dos investidores estrangeiros pela atratividade que detém.
RESUMINDO...
E o que podemos aferir disto? O imobiliário está bem e recomenda-se; ou seja, continua a ser um dos setores que alavanca a economia nacional e, ao que parece, assim continuará.